quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PROJETO NÃO AO PRECONCEITO RACIAL.

TEMA DO PROJETO: NÃO AO PRECONCEITO RACIAL.

Nome do grupo:
Cirlene Guimarães de Souza, Maria Marta Placiê, Marina Matter dos santos, Marinêz Alves de Andrade, Rosemar de Souza França.

Nome da Escola:
“ESCOLA MUNICIPAL TANCREDO NEVES”.
Local (cidade/estado) Iguatemi-MS

Série: 3º , 4º , 5º Ano do Ensino Fundamental. Número de alunos: 100 alunos

Professores envolvidos:
Cirlene Guimarães de Souza, Maria Marta Placiê dos Santos, Marina Matter dos santos, Marinêz Alves de Andrade, Rosemar de Souza França.
3. Justificativa:
Conscientizar nossos alunos, e informar sobre a verdadeira cidadania, pois o racismo no Brasil é, no mínimo, uma atitude de ignorância às próprias origens. Qual é o antepassado do “verdadeiro brasileiro”? Indígena (os primeiros povos a habitar a terra do ‘Pau Brasil’)? Os negros (que foram trazidos para trabalhar como escravos e, ainda, serviram de mercadoria para seus senhores)? Os portugueses (que detém o status de descobridores desta terra)? Porém, pode ser a miscigenação de todas as raças, como vemos hoje? Afinal de contas, aqui se instalaram povos de todos os lugares do mundo. Portugueses, espanhóis, alemães, franceses, japoneses, árabes e, ultimamente, peruanos, bolivianos, paraguaios, uruguaios e até argentinos vivem neste país que é hospitaleiro para com os estrangeiros e, por vezes, hostil com sua própria população.
Quantas pessoas mestiças nascidas no Brasil você conhece ou, pelo menos, já viu? Quantas vezes você ouviu alguém dizer que... “meu avô era africano, minha avó espanhola”, ou então...”meu pai é japonês e minha mãe é árabe”? Quando representantes ‘tupiniquins’ participam de eventos esportivos ou sociais, o que vemos são pessoas de diferentes raças, mas apenas um sangue e somente uma paixão: o Brasil.
O que existe por aqui é muito racismo camuflado e que todo mundo faz questão de não enxergar. Os alvos, mesmo que inconscientemente, sempre são os mesmos. Negros, mestiços, nordestinos, pessoas fora do padrão da moda, ou seja, obesos, altos demais, baixos ou anões e, principalmente, os mais pobres sofrem com a discriminação. Muitos não conseguem emprego, estudo, dignidade e respeito. Estes não têm vez na sociedade brasileira!Para exemplificar isso, basta visitar as faculdades, os pontos de encontro (como bares, danceterias, teatros e cinemas) ou, até mesmo, se tiver mais coragem, verificar o revés da história, ou seja, favelas e presídios. Claramente, nesses lugares, este racismo hipócrita e camuflado vem à tona e causa espanto em muitas pessoas que não ‘querem’ encarar a verdade dos fatos.
Segundo a Constituição Brasileira, qualquer pessoa que se sentir humilhada, desprezada, discriminada, por sua cor de pele, religião, opção sexual... pode recorrer a um processo judicial contra quem cometeu tal atrocidade. Mas, neste país, a verdade é que ninguém encara isto seriamente.
Precisamos mudar essa difícil realidade! O brasileiro tem de valorizar suas origens, para que um dia este país condições tenha de lutar com igualdade pelos seus direitos e por todos nós.
4. Objetivo (s)
Possibilitar aos alunos condições para conscientização do perigo que o preconceito é para sociedade; informar e auxiliar no combate do preconceito no âmbito escolar.
Combater o preconceito, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou ‘estranhos’.
Conceituar e diferenciar os termos preconceito e discriminação.
Identificar exemplos de atitudes preconceituosas e discriminatórias no contexto escolar.
Reconhecer os prejuízos que as condutas preconceituosas e discriminatórias geram na vida dos alunos e para o convívio grupal.

5-Objetivos Específicos:
*Identificar o que pensa os alunos em relação a preconceito;
*Analisar quais os motivos que os levam a praticarem o preconceito;
*Detectar quais os alunos que já sofreram ou sofrem com o preconceito;
*Buscar as conseqüências que o preconceito causa na aprendizagem;
*Desenvolver com o grupo atitudes que em curto prazo poderão ser tomadas a fim de auxiliar no combate do preconceito dentro do âmbito escolar.

6-Conceituai- Conteúdos:
Língua Portuguesa: reportagens, jornais; entrevistas, textos informativos, poéticos, musicais, contos, memórias, e outros; produções de textos.
Artes: Pinturas de diversas culturas, cartazes, releituras, dramatizações, e outros.
Matemática: gráficos, tabelas, datas históricas linha do tempo.
História e Geografia: Diferentes culturas e países, tempo e lugares.
7. Metodologia :
Articular diferentes situações para a apresentação do problema, buscando trabalhar de forma oral, coletiva, individual e compartilhada, de modo a conseguir que os alunos e professores se interagem e coloquem o seu pensamento referente ao tema. Utilizando se de atividades que mais se adéqüem a cada disciplina de acordo com os objetivos específicos.
8- Procedimentos:
Debates em sala;
Pesquisas;
Entrevistas com pessoas de outras culturas;
Assistir vídeos;
Assistir Palestras;
Ler reportagens;
Elaborar cartazes com pinturas de diferentes culturas;
Elaborar tabelas;
Produções de textos;
Dramatizações;
9-Atitudinais:

Interagir com as diversidades de informações sobre preconceito,
Colocar seus pensamentos referentes ao preconceito;
Expressar suas opiniões;
Comentar se já sofreu ou praticou preconceito;
Portar-se de forma solidaria perante as atividades em grupo;
Respeitar seus colegas aprendendo que cada um tem seu tempo;
10- Cronograma:
Inicio: Termino:
Setembro-2010 Novembro- 2010
11-Recursos a serem utilizados (tecnológicos ou não)
Humanos:
Professores, Alunos, Coordenação e Direção.

Materiais:
Revistas, Jornais, vídeos, câmara digital, data show, Cartazes, sala de tecnologia;

12- Avaliação e Resultados esperados
Observação durante o desenvolvimento do projeto, referente a participação, desempenho, socialização e companheirismo.
Espera se que melhora a convivência entre a comunidade escolar, de forma que por meio das atividades desenvolvidas possamos conscientizar nossos alunos e através deles seus familiares.

13-REFERENCIAL BIBLIOGRAFICO:

WWW.yotube.com.br

Escola,revista nova Escola, nº 233 – junho/2010. www.cerescaico.ufrn.br/mneme/. MNEME - Revista de Humanidades

PROJETO CONHECENDO A LEITUTRA

P
ATIVIDADE 1 – 4 .

BANCO DE PROJETOS

“ESCOLA MUNICIPAL TANCREDO NEVES”. IGUATEMI-MS.

Professora: CIRLENE GUIMARÃES DE SOUZA.

1 - TEMA: PROJETO CONHECENDO A LEITURA.

- DELIMITAÇÃO DO ASSUNTO: Nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental.

- CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA:

Dificuldade na leitura, como o professor poderá auxiliar os alunos nas dificuldades com a leitura, interpretação de texto e escrita?

2 - JUSTIFICATIVA:

Devido há um grande índice de alunos com dificuldades em ler, escrever e interpretar. Baseada nessa realidade há necessidade de buscar soluções para compreensão e o aperfeiçoamento necessário à sua evolução, que seja capaz de satisfazer e motivar a aquisição de habilidades, do uso da linguagem oral e escrita, estimulando os alunos a pensar e expressar–se de forma correta.Fundamentada em grandes pensadores da educação é que dou inicio a este projeto; pois desde a Grécia antiga os povos já acreditavam na capacidade das crianças desenvolverem a leitura, aprendendo a ler, escrever, e a cantar, onde seus primeiros educadores eram os pais que geralmente utilizavam –se da escritura sagrada para ensiná-los.
“Os bons leitores têm grandes chances de escrever bem, já que a leitura fornece a matéria prima para a escrita. Quem lê mais dispõe de um vocabulário mais rico e compreende melhor a estrutura gramatical e as normas ortográficas da língua portuguesa”. (PCNs)
Portanto quanto mais variados os gêneros textuais que você apresentar aos alunos, maior será a chance deles se tornarem leitores hábeis.
Entretanto foi a partir da década de 70, que alguns psicólogos e educadores, embasados na teoria psicogenética de Jean Piaget ( E. Ferreiro, 1988; A Teberosky, 1988; T. Antunes Carraher, 1989;E Grossi, 1991; Tem enfatizado o aspecto conceitual desta aprendizagem questionando a ênfase exclusiva aos aspectos perceptivos e motores. Assim, a partir desses estudo, todo um novo discurso sobre a aprendizagem começa a ser introduzido em relação à alfabetização escolarizada.
Também a Emilia Ferreiro (1989) aponta esse processo de contextualização desenvolvido na escola, quando esta limita a aproximação da criança ás letras, que estão sendo ensinadas, fazem com que elas produzam mais texto fora do que dentro da escola. Pois sempre tem mais contato com diversidade de textos, e é por isso que devemos reverter essa situação, buscando trazer a diversidade textual para dentro da sala de aula.

3. Objetivo (s):

Oportunizar aos alunos ampliar seus conhecimento, contribuindo para o processo de construção da linguagem oral escrita, suprindo as necessidades básicas ampliando o domínio da leitura e escrita promovendo e estimulando à leitura como fonte de prazer, incentivando a curiosidade de novas descobertas, tornando – a prazerosa, a fim de conquistar novos leitores.

4. Conteúdos:

Gêneros textuais:
Textos literários, Informações cientificas, jornalísticos, instrucionais, epistolares, humorísticos e publicitários.


5. Disciplinas envolvidas:

Língua Portuguesa, matemática, artes, ciências, Geografia, História.

6. Metodologia:

Articular diferentes situações para leitura, interpretação e produção, buscando trabalhar de forma oral, coletiva, individual e compartilhada, de modo a conseguir que a atividade de leitura seja significativa para o aluno. Utilizando tipologias textuais que mais se adeqüei a cada disciplina de acordo com os objetivos específicos.

7-Procedimentos:

- Ler, escrever, interpretar e sintetizar textos;
- Pesquisar na internet, jornais, revistas e gibis e outros;
- Leitura individual, coletiva e compartilhada;
- Leitura de obras literárias;
- Freqüentar espaços de leitura, bibliotecas;
- Livrarias, bancas de revistas, palestras, debates e depoimentos de autores;
- Leitura, interpretação e produção de textos de matemática, gráficos e tabelas, e de diferentes textos lidos;
- Leitura e interpretação de fotografias e mapas;
- Leitura e interpretação de textos historiográficos e documentos de época;
- Leitura, comentários de noticias veiculada em jornais e revistas;
- Leitura de textos produzidos visando revisar o próprio escrito;
- Leitura de imagens, obras de arte para apreciação e releitura;
- Leitura em voz alta de diferentes textos;
- Leitura orientada pelo professor de diferentes tipologias textuais;
- Elaboração de um livro;

8-CRONOGRAMA:

2 Meses – 2 Aulas por semana.

9- RECURSOS A SEREM UTILIZADOS:

Humanos:
Professores, alunos, coordenação e direção.

Materiais:
Revistas, jornais, livros didáticos e paradidáticos, vídeo, TV, som, CDs, DVDs, papeis (diversos), tintas (diversas), laboratórios de informática, câmera digital, data show, o que estiver disponível na escola.

10. Avaliação e Resultados esperados:
A avaliação será realizada através da observação, interação com o objeto de pesquisa, sua expressão oral e ortográfica, através de atividades realizadas durante a aula e outras solicitadas como pesquisas, para serem entregues em outro momento.

11. Divulgação / Socialização do Projeto realizado:

Poster, Painel, Blog, Evento....

12. Referências Bibliográficas:

BARROS, Angelina dos Santos (org.) Metodologia da Alfabetização/organizado por Angelina dos Santos Barros e Enches Nazira Abrhão Barbosa-2 ed. –Campo Grande-MS: Ed. UNIDERP,2002.
Ferreiro, Emilia. Com todas as letras. São Paulo, Cortez Editora, 1993.
Freire, Pulo. Ação Cultural para a liberdade. 6ª ed., Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1982.
Revista Nova Escola, Gêneros Textuais, 2010.
WWW.portaldoprofessor.gov.br
WWW.colegioweb.org.br
http://br.geocities.com/camadadeozonio2000/complementos/que

13- Desenvolvimento:

Este projeto foi desenvolvido com a turma da 4ª série, trabalhei durante dois meses, duas aulas por semana,com leituras e produções de textos.
O trabalho foi iniciado com apresentação de textos jornalísticos aos alunos deixando que os mesmos manipulassem os jornais para que assim conhecessem como são feita as paginas, e como é sua organização através de cadernos, os quais as diversidades de textos que o compõem, para que serve a 1ª página.
Os alunos se organizaram em grupos de três pessoas, cada um dos grupos com um jornal completo para observarem e analisarem como é organizado o jornal.
Neste primeiro momento consegui atingir o objetivo, pois despertei neles o interesse pela leitura e a curiosidade de se conhecer o que estavam lendo tendo assim uma leitura significativa.
Continuando a sequencia do trabalho em outra aula, foi distribuído, uma apostila, com desenvolvimento do jornal, lemos a apostila e por meio da leitura coletiva foi exposta a organização dos textos, o tipo de linguagem utilizada, classificados, editorial charge, desta forma foi elaborado por cada grupo uma pagina do jornal.
Durante cada semana trabalhei com um gênero textual, sempre de maneira dinâmica, como leitura e produção de poesias, fábulas, contos, receitas, bulas, e outros.
Também desenvolvemos nas aulas de geografia e matemática a leitura de legendas, mapas, gráficos, e textos. Nas aulas de artes produzimos cartazes e histórias em quadrinhos, já nas aulas de história fizemos leitura de livros paradidáticos e didáticos com diversos gêneros textuais, como cartas, poesias, memórias, e outros; em ciências fizemos a leitura da coleção de livros sobre o meio ambiente, e eles produziram seu próprio texto a partir das leituras realizadas, também realizamos pesquisas sobre animais em extinção, as matas que estão sendo destruída e o buraco da camada de ozônio, e outros temas importantes sobre o meio ambiente, depois eles produziram seus próprios textos.
Todo este registro eu tenho documentado na realização do projeto.
A “Escola Municipal Tancredo Neves”, é o meu atual local de trabalho, mais realizei este projeto na Escola Estadual “Guia Lopes”, de Campo Grande-MS em 2003, e estou iniciando ele neste bimestre na escola em que atuo.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pesquisa sobre o bullying.

PESQUISA REALIZADA JUNTO COM OS ALUNOS PARA CONSCIENTIZAR SOBRE OS EFEITOS DO BULLYING.

Temos na internet muitos sites que podemos acessar e aprofundar na pesquisa sobre bullying, apresento alguns deles onde estou realizando as pesquisas:

http://altashoras.globo.com/ - 32k
http://www.soartigos.com/articles/497/1/Bullying----Violencia

http://www.educador.brasilescola.com/trabalho-docente/bullyi... - 26k
WWW.youtube.com/bullying
http://g1.globo.com/noticias/tecnologia / Bullying escolar
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/Menino vítima de bullying é agredido com porrete

Vítima de bullying - agressões verbais e psicológicas repetidas vezes, sem motivação evidente -, um menino de 12 anos, aluno do 6º ano de escola municipal em Oswaldo Cruz, zona norte do Rio, foi espancado a golpes de porrete por um estudante da 8ª série, de 16 anos, na manhã de segunda-feira.
Por causa dos ferimentos nas costas, braço esquerdo, orelha direita e cabeça, o menino vomitou e sofreu tonturas por mais de quatro horas. Na terça, ele fez exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML). O suspeito das agressões vai depor nesta quarta na 30ª Delegacia de Polícia (Marechal Hermes), onde o caso foi registrado como lesão corporal. A pancadaria ocorreu a 150 m do colégio.
"Se as pessoas não interferem e tomam o porrete, acho que meu filho teria morrido ali", afirmou o pai do menino. "Enquanto um batia, outros quatro mandavam ele bater ainda mais", revelou a vítima. "Eles vieram por trás, puxaram minha mochila, por isso empurrei ele para me soltar. Foi quando ele pegou o porrete."
Conforme relatos, desde que entrou para a escola, em fevereiro, o menino sofre por ser um dos calouros. Há dois meses, o pai pediu à direção que o transferisse para o turno da manhã. "Briguei com um garoto que não parava de dar tapa no meu rosto", disse o menino. "Cercamos ele de carinho, por isso não admitimos que seja vítima de violência, ainda mais no ambiente escolar", afirmou a mãe, que tem outros três filhos.
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação disse que o fato ocorreu fora das dependências da escola. "Ao tomar conhecimento do ocorrido, a direção encaminhou os estudantes de volta à escola e convocou os responsáveis para reunião. O aluno do 8º ano, acusado de agressão, mora com a avó e, de acordo com ela, será providenciada a sua transferência, pois ele voltou a viver com os pais na cidade de Araruama."
Escola deve prevenir o bullying
O pediatra Lauro Monteiro Filho, especialista em bullying, disse que o problema deve ser prevenido e combatido pela escola. "Prevenir e combater o bullying é responsabilidade de toda a instituição e envolve funcionários, professores, diretoria, alunos e pais".
O médico também aconselha sobre como enfrentar este drama recorrente. "Não se resolve o bullying escolar na polícia ou na Justiça, que são as últimas instâncias a serem procuradas, se todo o resto falhou".
No Rio de Janeiro, o combate ao bullying está previsto na lei 5.089, sancionada pelo prefeito Eduardo Paes em outubro de 2009. O texto destaca que as unidades de ensino devem incluir ações antibullying nos projetos pedagógicos.
Relatos encontrados em vários sites da internet, onde comentam os efeitos do bullying.

Atividade 5.5 Pesquisando na Wikipédia.

Wikipédia: acredito que seja uma fonte muito boa para pesquisar sobre particularidades de algum assunto que normalmente não se encontraria em livros ou mesmo em sites na Internet, também tem o fato que qualquer pessoa pode contribuir para o acervo de informações, fazer modificações desde que preserve os direitos autorais.E o mais importante que são informações seguras, é um site onde podemos orientar nossos alunos a pesquisarem qualquer assunto que ele irá encontrar, apenas precisa sempre colocar as fonte de onde foi pesquisado.

grupo: Alenir, Cirlene, Cristiane,Marinêz,Marina.

Vídeos Referente ao Bullying.

http://www.youtube.com/watch?v=JNJsOOEk6aY&feature=search


http://www.youtube.com/watch?v=NLp0z9ZtjWk&feature=related

domingo, 15 de agosto de 2010

Projeto Integrado de Aprendizagem ( continuação)

Por meio de atividades em grupo conseguimos levar nossos alunos a vivenciar a cooperação de uma maneira dinâmica e agradável, onde podemos demonstrar e não apenas falar em auxiliar os colegas. O trabalho pedagógico não consiste apenas em passar conhecimento aos alunos e sim em transformá-los em cidadãos conscientes de seus direitos e deveres, demonstrando a eles como são capazes de serem amigos e construtores de conhecimento juntos. E a tecnologia nos tem auxiliado muito nesta introdução de cidadania nas escolas.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Palestra sobre Bullyng

Texto Produzido para palestra sobre bullyPROJETO BULLYNG: VOCÊ SABE O QUE É BULLYNG?
PALESTRA PARA ALUNOS DA ESCOLA MUNICIPAL TANCREDO.
Como evitar esse mal?
Aonde buscarmos ajuda?
A quem pedir socorro?
Como enfrentar o medo?

A Violência Verbal deixa profundas cicatrizes.
Não se cale, conte a um amigo, converse com seus pais, peça ajuda a seus professores, mas não deixe que este medo tome conta de você.



O medo torna o aluno distante da escola, desligado da aula, por não poder superar as agressões sofridas dentro das escolas.

Procurar ajuda as vezes se torna muito difícil, por isso o professor deve estar sempre atento aos seus alunos.



Bullyng significa ameaça, Humilhação e Ameaça é Agressão.

Pegar as coisas de seus amigos sem pedir não é legal;
Colocar Apelidos nos outros doe, e deixa marcas profundas;

VOCÊ DEVE APRENDER A ACEITAR AS DIFERENÇAS.

O Bullyng não acontece somente nas escolas. As vezes no local de trabalho,
no lazer, ou por autoridades;



O mundo é feito para todos!
Mas alguns seres acham-se no direito de escolher as pessoas pela aparência, e desta forma selecionam e humilham quem não quer que faça parte de seu grupo;
Precisamos de urgência em orientar nossos alunos para podermos ter uma sociedade melhor amanhã.



Não à Violência! Igualdade para raça, pessoas especiais, pessoas com obesidade, com qualquer dificuldade que seja.


Vamos levar para nossa sala de aula uma visão de mundo onde haja IGUALDADE.
DESAFIOS sempre encontraremos, precisamos preparar nossos alunos para enfrentá-los.


“AMOR”
Precisamos conquistar,respeitar, compreender,admirar,acolher,partilhar.
Parceria da escola com a família poderá evitar o bullyng.

PROFESSORES NÃO DEIXE A CRIANÇA SER EXCLUIDA!

Os pais devem informar a escola sobre alguma recusa da criança ou adolescente a virem para a escola,ou mesmo alguma mudança de comportamento.

ASSIM PODEREMOS VENCER ESTE MAL.

Fonte da pesquisa: Imagem de fotos de racismo
http://www.youtube.com.br

Atividade: 4.3/4.4 e 4.5;
Cursista: CIRLENE GUIMARÃES DE SOUZA.
ng.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Projeto Bullying - Violência nas Escolas.

“ESCOLA MUNICIPAL TANCREDO NEVES”.
PROJETO PEDAGÓGICO.


Informações sobre a Atividade:

1-Título: Bullying – Violência nas Escolas.

Delimitação do Assunto: Comunidade Escolar, Sala de aula.
Professoras responsáveis pelo Projeto – Atividade:
Alenir Dos Reis Costa, Cirlene Guimarães de Souza, Cristiane Rodrigues, Marina Matter dos Santos, Marinêz Alves de Andrade.

Instituição Envolvida:
“Escola Municipal Tancredo Neves”.
Iguatemi-MS.

Series envolvidas:
Professores e alunos do 1º Ano ao 9º Ano do Ensino Fundamental.

Cronograma:
Inicio: Termino:
Agosto-2010 Setembro- 2010.

Clientela Envolvida:
Toda comunidade escolar.

2-JUSTIFICATIVA:

Compreendemos que por meio deste projeto estaremos informando aos alunos e a comunidade em geral o grande perigo que nos deparamos com a pratica do bullying, este mau desconhecido por grande parte da sociedade; mas praticado por muitas pessoas, talvez por desconhecer seus efeitos. O tema apresentado neste projeto urge da necessidade que os profissionais da área educacional tem em relação a auxiliar os professores e alunos diante o Bullying existente no âmbito escolar.
Estaremos pesquisando e nos informando sobre respectivas situações já solucionadas para podermos estar auxiliando possíveis situações detectadas.
Sei que o assunto é polêmico exatamente por isso coloco aqui a citação de Saviani a lição de Lênin: “ quando a vara está torta, ela fica curva de um lado e se você quiser endireitá-la, não basta colocá-la na posição correta é preciso curvá-la para o outro lado oposto” ( Saviani,p.48).
Vamos nos ocupar de traçar aqui alguns aspectos ao bullying, com o objetivo de abrir o leque para debates nas escolas, na medida em que acreditamos que só poderemos alcançar um resultado efetivo se a comunidade escolar participar da construção de alternativas.
Ao analisarmos o tema , precisamos ter ciência de que há aspectos sociais, envolvidos e que precisam ser conhecidos e repensados para que avançamos na busca de mudança.
Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é limitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior, muitas vezes ela não sabe de quem se defender. Pretendemos com esse projeto alertarmos nossos alunos para não praticarem o bullying.

3-OBJETIVO:
Possibilitar aos alunos condições para conscientização do perigo que o bullying é para sociedade; informar e auxiliar no combate do bullying no âmbito escolar.

4-OBJETIVO ESPECIFICO:

*Identificar o que pensa os alunos em relação ao bullying;
*Analisar quais os motivos que os levam a praticarem o bullying;
*Detectar quais os alunos que já sofreram ou sofrem com o bullying;
*Buscar as conseqüências que o bullying causa na aprendizagem;
*Desenvolver com o grupo atitudes que em curto prazo poderão ser tomadas a fim de auxiliar no combate do bullying dentro do âmbito escolar.

5-METODOLOGIA:
Articular diferentes situações para a apresentação do problema, buscando trabalhar de forma oral, coletiva, individual e compartilhada, de modo a conseguir que os alunos e professores se interagem e coloquem seus pensamentos referente ao tema. Utilizando-se de atividades que mais se adéqüem a cada disciplina de acordo com os objetivos específicos.


6- CONTEÚDOS:
Conceituais: Reportagens de revistas, jornais;
Reportagens na internet;
Entrevistas e palestras em vídeos na internet;

Procedimentais:
Debates em sala;
Pesquisas;
Assistir vídeos;
Assistir Palestras;
Ler reportagens;
Elaborar cartazes;
Elaborar tabelas;
Produções de textos;
Dramatizações;
Atitudinais:
Interagir com as diversidades de informações sobre bullying,
Colocar seus pensamentos referentes a bullying;
Expressar suas opiniões;
Comentar se já sofreu ou praticou bullying;
Portar-se de forma solidaria perante as atividades em grupo;

Respeitar seus colegas aprendendo que cada um tem seu tempo;

7-RECURSOS:

Humanos: Professores, Alunos, Coordenação e Direção.
Materiais: Revistas, Jornais, vídeos, câmara digital, data-show, Cartazes, sala de tecnologia;

Avaliação: Observação durante o desenvolvimento do projeto, referente a participação, desempenho, socialização e companheirismo.

8-REFERENCIAL BIBLIOGRAFICO:
WWW.yotube.com
Escola,revista nova Escola, nº 233 – junho/2010.

domingo, 4 de julho de 2010

A educação e a tecnologia nos traz o conhecimento a cada dia.

Estamos iniciando este blog, para poder publicar nele nossos trabalhos realizados durante o curso de Programação de Formação Contianuada em Tecnologia Educacional.
Pretendemos publicar projetos desenvolvidos na escola em que trabalhamos como Educadoras.
Compreendo que hoje precisamos estar conectados com o mundo virtual para desempenhar um bom trabalho.