quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PROJETO NÃO AO PRECONCEITO RACIAL.

TEMA DO PROJETO: NÃO AO PRECONCEITO RACIAL.

Nome do grupo:
Cirlene Guimarães de Souza, Maria Marta Placiê, Marina Matter dos santos, Marinêz Alves de Andrade, Rosemar de Souza França.

Nome da Escola:
“ESCOLA MUNICIPAL TANCREDO NEVES”.
Local (cidade/estado) Iguatemi-MS

Série: 3º , 4º , 5º Ano do Ensino Fundamental. Número de alunos: 100 alunos

Professores envolvidos:
Cirlene Guimarães de Souza, Maria Marta Placiê dos Santos, Marina Matter dos santos, Marinêz Alves de Andrade, Rosemar de Souza França.
3. Justificativa:
Conscientizar nossos alunos, e informar sobre a verdadeira cidadania, pois o racismo no Brasil é, no mínimo, uma atitude de ignorância às próprias origens. Qual é o antepassado do “verdadeiro brasileiro”? Indígena (os primeiros povos a habitar a terra do ‘Pau Brasil’)? Os negros (que foram trazidos para trabalhar como escravos e, ainda, serviram de mercadoria para seus senhores)? Os portugueses (que detém o status de descobridores desta terra)? Porém, pode ser a miscigenação de todas as raças, como vemos hoje? Afinal de contas, aqui se instalaram povos de todos os lugares do mundo. Portugueses, espanhóis, alemães, franceses, japoneses, árabes e, ultimamente, peruanos, bolivianos, paraguaios, uruguaios e até argentinos vivem neste país que é hospitaleiro para com os estrangeiros e, por vezes, hostil com sua própria população.
Quantas pessoas mestiças nascidas no Brasil você conhece ou, pelo menos, já viu? Quantas vezes você ouviu alguém dizer que... “meu avô era africano, minha avó espanhola”, ou então...”meu pai é japonês e minha mãe é árabe”? Quando representantes ‘tupiniquins’ participam de eventos esportivos ou sociais, o que vemos são pessoas de diferentes raças, mas apenas um sangue e somente uma paixão: o Brasil.
O que existe por aqui é muito racismo camuflado e que todo mundo faz questão de não enxergar. Os alvos, mesmo que inconscientemente, sempre são os mesmos. Negros, mestiços, nordestinos, pessoas fora do padrão da moda, ou seja, obesos, altos demais, baixos ou anões e, principalmente, os mais pobres sofrem com a discriminação. Muitos não conseguem emprego, estudo, dignidade e respeito. Estes não têm vez na sociedade brasileira!Para exemplificar isso, basta visitar as faculdades, os pontos de encontro (como bares, danceterias, teatros e cinemas) ou, até mesmo, se tiver mais coragem, verificar o revés da história, ou seja, favelas e presídios. Claramente, nesses lugares, este racismo hipócrita e camuflado vem à tona e causa espanto em muitas pessoas que não ‘querem’ encarar a verdade dos fatos.
Segundo a Constituição Brasileira, qualquer pessoa que se sentir humilhada, desprezada, discriminada, por sua cor de pele, religião, opção sexual... pode recorrer a um processo judicial contra quem cometeu tal atrocidade. Mas, neste país, a verdade é que ninguém encara isto seriamente.
Precisamos mudar essa difícil realidade! O brasileiro tem de valorizar suas origens, para que um dia este país condições tenha de lutar com igualdade pelos seus direitos e por todos nós.
4. Objetivo (s)
Possibilitar aos alunos condições para conscientização do perigo que o preconceito é para sociedade; informar e auxiliar no combate do preconceito no âmbito escolar.
Combater o preconceito, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou ‘estranhos’.
Conceituar e diferenciar os termos preconceito e discriminação.
Identificar exemplos de atitudes preconceituosas e discriminatórias no contexto escolar.
Reconhecer os prejuízos que as condutas preconceituosas e discriminatórias geram na vida dos alunos e para o convívio grupal.

5-Objetivos Específicos:
*Identificar o que pensa os alunos em relação a preconceito;
*Analisar quais os motivos que os levam a praticarem o preconceito;
*Detectar quais os alunos que já sofreram ou sofrem com o preconceito;
*Buscar as conseqüências que o preconceito causa na aprendizagem;
*Desenvolver com o grupo atitudes que em curto prazo poderão ser tomadas a fim de auxiliar no combate do preconceito dentro do âmbito escolar.

6-Conceituai- Conteúdos:
Língua Portuguesa: reportagens, jornais; entrevistas, textos informativos, poéticos, musicais, contos, memórias, e outros; produções de textos.
Artes: Pinturas de diversas culturas, cartazes, releituras, dramatizações, e outros.
Matemática: gráficos, tabelas, datas históricas linha do tempo.
História e Geografia: Diferentes culturas e países, tempo e lugares.
7. Metodologia :
Articular diferentes situações para a apresentação do problema, buscando trabalhar de forma oral, coletiva, individual e compartilhada, de modo a conseguir que os alunos e professores se interagem e coloquem o seu pensamento referente ao tema. Utilizando se de atividades que mais se adéqüem a cada disciplina de acordo com os objetivos específicos.
8- Procedimentos:
Debates em sala;
Pesquisas;
Entrevistas com pessoas de outras culturas;
Assistir vídeos;
Assistir Palestras;
Ler reportagens;
Elaborar cartazes com pinturas de diferentes culturas;
Elaborar tabelas;
Produções de textos;
Dramatizações;
9-Atitudinais:

Interagir com as diversidades de informações sobre preconceito,
Colocar seus pensamentos referentes ao preconceito;
Expressar suas opiniões;
Comentar se já sofreu ou praticou preconceito;
Portar-se de forma solidaria perante as atividades em grupo;
Respeitar seus colegas aprendendo que cada um tem seu tempo;
10- Cronograma:
Inicio: Termino:
Setembro-2010 Novembro- 2010
11-Recursos a serem utilizados (tecnológicos ou não)
Humanos:
Professores, Alunos, Coordenação e Direção.

Materiais:
Revistas, Jornais, vídeos, câmara digital, data show, Cartazes, sala de tecnologia;

12- Avaliação e Resultados esperados
Observação durante o desenvolvimento do projeto, referente a participação, desempenho, socialização e companheirismo.
Espera se que melhora a convivência entre a comunidade escolar, de forma que por meio das atividades desenvolvidas possamos conscientizar nossos alunos e através deles seus familiares.

13-REFERENCIAL BIBLIOGRAFICO:

WWW.yotube.com.br

Escola,revista nova Escola, nº 233 – junho/2010. www.cerescaico.ufrn.br/mneme/. MNEME - Revista de Humanidades

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